quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Gostamos de música (a propósito do Dia Mundial da Música)
Gostamos de música.
Ouvimos de tudo um pouco.
A A. nos primeiros tempos adormecia sozinha no berço ao som da voz doce da Márcia.
Dos CDs de música infantil que temos, destacamos a colectânea do José Barata Moura, os livros Cantar Juntos da associação A-PAR, o cds de Natal da Leopoldina com os clássicos infantis, a história do Pedro e do Lobo contada pela Catarina Furtado e tocada pela Orquestra Gulbenkian e as músicas personalizadas do projecto As tuas músicas.
Encomendámos esta semana o recém publicado livro-cd Histórias da Música de Portugal e também os poemas e músicas do Canta o Galo Gordo de Inês Pupo e Gonçalo Pratas.
Gostamos da viola do avó Zé e das suas cantorias nas festas e do piano do primo Pedro.
Gostamos dos ouvidos atentos nos concertos, das imitações dos instrumentos, dos ritmos que fazem dançar as pernas.
Gostamos de bandas filarmónicas e festas populares com bailaricos a pares e ranchos que rodopiam com mãos no ar.
Gostamos das rodas de dança dos casamentos onde a A. se liberta e solta a bailarina que tem dentro dela pela noite fora!
Gostamos da música que soa a ópera e nos faz imaginar histórias com personagens, umas tristes, outras que correm apressadas, outras que dão saltos de alegria ou simplesmente se espreguiçam ao acordar. (A experiência do Festival ao Largo despertou-nos o ouvido!)
Para festejar o Dia da Música, no próximo domingo, vamos ver o concerto Sacred Concert da Camerata Vocal de Torres Novas dirigido pelo pai de um amigo da escola da A. Vai ser na Malaposta às 17h30. Estamos curiosos!
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Gostamos de ser surpreendidos
Gostamos de ser surprendidos com programas inesperados, bem organizados e em boa companhia.
De volta de férias e ainda sem o rescaldo feito para vos mostrar, fomos convidados pela Skip para passar um dia na Quinta do Villar.
Confessamos que o primeiro impulso foi recusar, não é nosso hábito participar em acções de marketing para novos produtos mas o programa sugerido foi muito tentador, especialmente para a pequena A. Como podiamos dizer não a um dia numa quinta pedagógica com animais, jogos, amigos novos, gelados, batatas fritas e pão no forno igual ao da avó Queta.
Gostámos de conhecer também os pais e mães que, como nós, vão partilhando um pouco do seus projectos familiares.
Foi um dia para brincar livremente e limpar as mãos na camisola.
De volta de férias e ainda sem o rescaldo feito para vos mostrar, fomos convidados pela Skip para passar um dia na Quinta do Villar.
Confessamos que o primeiro impulso foi recusar, não é nosso hábito participar em acções de marketing para novos produtos mas o programa sugerido foi muito tentador, especialmente para a pequena A. Como podiamos dizer não a um dia numa quinta pedagógica com animais, jogos, amigos novos, gelados, batatas fritas e pão no forno igual ao da avó Queta.
Gostámos de conhecer também os pais e mães que, como nós, vão partilhando um pouco do seus projectos familiares.
Foi um dia para brincar livremente e limpar as mãos na camisola.
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Gostamos muito de férias (1 a 15 Setembro)
Gostamos muito de férias!
Dias sem relógio.
Computador desligado.
Olhos abertos para tudo.
Corações ligados.
Energia reconfortante.
Sorrisos de alegria.
Calmaria.
De 1 a 15 de Setembro serão poucos os posts publicados e as respostas aos e-mails menos imediatas.
Sabemos que compreendem:)
Dias sem relógio.
Computador desligado.
Olhos abertos para tudo.
Corações ligados.
Energia reconfortante.
Sorrisos de alegria.
Calmaria.
De 1 a 15 de Setembro serão poucos os posts publicados e as respostas aos e-mails menos imediatas.
Sabemos que compreendem:)
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
"Olha Mãe, estás a ouvir?"
"Olha Mãe, estás a ouvir?"
É assim que a nossa A. nos trata. Por "tu" e nós gostamos disto!
Sentimo-nos confortáveis com a ideia que esta simples palavra nos torna mais próximos, amigos e iguais - nem melhores, nem piores.
Gostamos de respeito e ao mesmo tempo de confiança.
Temos muitos amigos que perpetuam esta tradição familiar, onde a distância seria o último adjectivo que lhes podia atribuir. Mas não há volta a dar, soa-me sempre estranho, ainda mais entre crianças, irmãos, primos da mesma idade… na hora de amar sei que é um pormenor com pouca importância, mas muitas vezes tem um tom de snobismo insuportável para o qual não há paciência! (Desculpem não quero com isto ferir niguém em particular!)
Ainda me lembro, na aldeia dos meus pais, ouvir muitas vezes a expressão "Senhora minha mãe..." ficava sempre com a ideia que mãe e filho não se conheciam. Agora até me parece uma expressão doce, que tinha que ser dita com tempo e alguma calma, de qualquer forma, demasiado distante entre dois seres que partilharam o mesmo corpo. Não se ouvia repetidamente aos gritos ninguém dizer "Sra minha mãeeee! Sra minha mãeee!", a palavra não ficava gasta. Outro hábito interessante é dizermos o nome completo dos filhos ou pelo menos o primeiro e o último sempre que estamos chateados, como se isso os chamasse à razão ou, dessa forma, a sua consciência ampliasse.
Tratem-se por "tu" ou "você" é indiferente mas, cuidem-se, acarinhem-se, digam tudo o que vos vai no coração, partilhem, zanguem-se e desculpem-se. Isto é ser família!
"E sim filha … estou a ouvir-te!"
É assim que a nossa A. nos trata. Por "tu" e nós gostamos disto!
Sentimo-nos confortáveis com a ideia que esta simples palavra nos torna mais próximos, amigos e iguais - nem melhores, nem piores.
Gostamos de respeito e ao mesmo tempo de confiança.
Temos muitos amigos que perpetuam esta tradição familiar, onde a distância seria o último adjectivo que lhes podia atribuir. Mas não há volta a dar, soa-me sempre estranho, ainda mais entre crianças, irmãos, primos da mesma idade… na hora de amar sei que é um pormenor com pouca importância, mas muitas vezes tem um tom de snobismo insuportável para o qual não há paciência! (Desculpem não quero com isto ferir niguém em particular!)
Ainda me lembro, na aldeia dos meus pais, ouvir muitas vezes a expressão "Senhora minha mãe..." ficava sempre com a ideia que mãe e filho não se conheciam. Agora até me parece uma expressão doce, que tinha que ser dita com tempo e alguma calma, de qualquer forma, demasiado distante entre dois seres que partilharam o mesmo corpo. Não se ouvia repetidamente aos gritos ninguém dizer "Sra minha mãeeee! Sra minha mãeee!", a palavra não ficava gasta. Outro hábito interessante é dizermos o nome completo dos filhos ou pelo menos o primeiro e o último sempre que estamos chateados, como se isso os chamasse à razão ou, dessa forma, a sua consciência ampliasse.
Tratem-se por "tu" ou "você" é indiferente mas, cuidem-se, acarinhem-se, digam tudo o que vos vai no coração, partilhem, zanguem-se e desculpem-se. Isto é ser família!
"E sim filha … estou a ouvir-te!"
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Gostamos do comboio da Beira Baixa
Com o pai sem poder fazer ponte no trabalho, decidimos aproveitar o feriado do 15 de Agosto e visitar os avós, numa viagem de comboio que recomendamos a todos.
A linha da Beira Baixa acompanha o rio Tejo e faz-nos descobrir uma paisagem fantástica, com muitas histórias que deslumbram velhos e novos. O castelo de Almourol situado numa ilhota no meio do rio é um dos pontos altos da viagem.
Claro que para a A. tudo era novo e entusiasmante. O nome das estações, as casas de banho barulhentas, a passagem entre carruagens, as mesas que abriam e fechavam, as janelas, os tunéis que deixavam tudo escuro, o encontro entre comboios. Não parou de falar um segundo e nem pensou em adormecer em toda a viagem que ainda é longa!
Em casa dos avós, encontramos brinquedos antigos e brincámos à vontade com àgua e esfregonas a fingir ser a Gata Borralheira.
Foram três dias de mini-férias fantásticos!
A linha da Beira Baixa acompanha o rio Tejo e faz-nos descobrir uma paisagem fantástica, com muitas histórias que deslumbram velhos e novos. O castelo de Almourol situado numa ilhota no meio do rio é um dos pontos altos da viagem.
Claro que para a A. tudo era novo e entusiasmante. O nome das estações, as casas de banho barulhentas, a passagem entre carruagens, as mesas que abriam e fechavam, as janelas, os tunéis que deixavam tudo escuro, o encontro entre comboios. Não parou de falar um segundo e nem pensou em adormecer em toda a viagem que ainda é longa!
Em casa dos avós, encontramos brinquedos antigos e brincámos à vontade com àgua e esfregonas a fingir ser a Gata Borralheira.
Foram três dias de mini-férias fantásticos!
Subscrever:
Mensagens (Atom)




