Gostamos de bicicletas em geral.
E agora estamos à procura de uma para a A.
Ajuda o equilibrio.
Promove a destreza física e coordenação motora.
O que ela precisa neste momento… os pedais ficam para depois!
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
objectos herdados (1)

No cesto dos brinquedos lá de casa encontramos umas relíquias que têm passado de geração em geração. Agora estão nas pequenas mãos da A.
Tem sido com muito gosto que temos tentado descobrir a história que está por trás de cada um deles.
Entre telemóveis e skype, as chamadas imaginárias da A. passaram a ser feitas num telefone de outros tempos, onde ouviamos o rodar dos números.
Descobrimos para supresa nossa que o telefone é da marca PEPE e é bem português!
A história da PEPE inicia-se em 1928 quando José Augusto Júnior começa por fabricar brinquedos em folha e madeira. Em 1930 cria uma nova fábrica cabendo-lhe o mérito de ter sido o primeiro a fabricar um brinquedo com corda de fita em Portugal.
Descendendo directamente da antiga oficina de José Augusto Júnior, a Industrial de Quinquilharias de Ermesinde, afirmou-se desde a sua fundação em 1946 e até pouco depois do 25 de Abril de 1974, como a maior produtora industrial de brinquedos em Portugal. Só para terem uma ideia na década de 50 cerca de 80 artífices já fabricavam em serie mais de uma centena de brinquedos.
Em 1955, já sob a marca JATO, inicia-se o fabrico de brinquedos em plástico e folha em novas instalações. Nos anos 70, já sob a direcção dos filhos de José Augusto Júnior, a marca passa a denominar-se PEPE (Penela e Penela). Em 1977 a PEPE passa a dedicar-se exclusivamente ao plástico.
As actuais normas de segurança impediram que estes brinquedos continuassem a ser comercializados, tendo a sua produção sido descontinuada.
Numa espécie de regresso ao passado ainda hoje são produzidos alguns dos embremáticos brinquedos da marca destinados a coleccionadores e lojas que cultivam o espírito da cultura portuguesa.
São especialmente conhecidos os carros, as cornetas de plástico, os tambores e martelinhos de São João.
Têm alguma destes objectos em vossa casa?
Entre telemóveis e skype, as chamadas imaginárias da A. passaram a ser feitas num telefone de outros tempos, onde ouviamos o rodar dos números.
Descobrimos para supresa nossa que o telefone é da marca PEPE e é bem português!
A história da PEPE inicia-se em 1928 quando José Augusto Júnior começa por fabricar brinquedos em folha e madeira. Em 1930 cria uma nova fábrica cabendo-lhe o mérito de ter sido o primeiro a fabricar um brinquedo com corda de fita em Portugal.
Descendendo directamente da antiga oficina de José Augusto Júnior, a Industrial de Quinquilharias de Ermesinde, afirmou-se desde a sua fundação em 1946 e até pouco depois do 25 de Abril de 1974, como a maior produtora industrial de brinquedos em Portugal. Só para terem uma ideia na década de 50 cerca de 80 artífices já fabricavam em serie mais de uma centena de brinquedos.
Em 1955, já sob a marca JATO, inicia-se o fabrico de brinquedos em plástico e folha em novas instalações. Nos anos 70, já sob a direcção dos filhos de José Augusto Júnior, a marca passa a denominar-se PEPE (Penela e Penela). Em 1977 a PEPE passa a dedicar-se exclusivamente ao plástico.
As actuais normas de segurança impediram que estes brinquedos continuassem a ser comercializados, tendo a sua produção sido descontinuada.
Numa espécie de regresso ao passado ainda hoje são produzidos alguns dos embremáticos brinquedos da marca destinados a coleccionadores e lojas que cultivam o espírito da cultura portuguesa.
São especialmente conhecidos os carros, as cornetas de plástico, os tambores e martelinhos de São João.
Têm alguma destes objectos em vossa casa?
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Mãos na massa!
Por aqui gostamos muito de pão. Então, pão caseiro nem se fala.
Desde miúda que me lembro de comer pão amassado com braços de força, levedado entre cobertores e cozido no forno de lenha. Uma trabalheira para os dias de hoje, mas o pão fica com sabor do tempo e do amor dedicado.
Felizmente a A. pode ainda hoje sentir este sabor e também ela meter as mãos na massa.
Desde miúda que me lembro de comer pão amassado com braços de força, levedado entre cobertores e cozido no forno de lenha. Uma trabalheira para os dias de hoje, mas o pão fica com sabor do tempo e do amor dedicado.
Felizmente a A. pode ainda hoje sentir este sabor e também ela meter as mãos na massa.
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| Fotografias tiradas no Espaço Canelinhas no aniversário da M.R. |
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Avós, mães e pais a dobrar.
Avó Henriqueta.
Com ela a A. porta-se muito bem. Come sempre mais do que o habitual. Ajuda a fazer pão e bolos. Canta e risse muito com os beijinhos repenicados. Faz o "Pico pico, sardanico!"
Avô Zé.
É uma alegria só! Entre cantorias com a viola e danças de roda. Tem toda a paciência do mundo para inventar histórias e põe os bonecos a falar. Rebola pelo chão. Faz castelos de areia. Ensina a pegar bem no lápis e a fazer desenhos.
Avô Nanda.
Com ela a A. vai ao parque dar de comer aos patos e pitinhas. Lê muitas histórias e faz puzzles. Brinca com as matrioskas. Ajuda a regar as plantinhas. Preocupa-se porque a A. não come muito e gosta de escovar o cabelo para crescer mais forte!
As "avós velhinhas".
Palmira e Constança, anjinhos protetores que nos trazem memórias bonitas que a A. vai recordar pelas histórias que contamos, pelas fotografias que temos, por tudo o que nos ensinaram como ser família.
Cada um com o seu jeito e em momentos diferentes entram no coração da A. e iluminam-a.
Gostamos muito que estejam presentes.
Com ela a A. porta-se muito bem. Come sempre mais do que o habitual. Ajuda a fazer pão e bolos. Canta e risse muito com os beijinhos repenicados. Faz o "Pico pico, sardanico!"
Avô Zé.
É uma alegria só! Entre cantorias com a viola e danças de roda. Tem toda a paciência do mundo para inventar histórias e põe os bonecos a falar. Rebola pelo chão. Faz castelos de areia. Ensina a pegar bem no lápis e a fazer desenhos.
Avô Nanda.
Com ela a A. vai ao parque dar de comer aos patos e pitinhas. Lê muitas histórias e faz puzzles. Brinca com as matrioskas. Ajuda a regar as plantinhas. Preocupa-se porque a A. não come muito e gosta de escovar o cabelo para crescer mais forte!
As "avós velhinhas".
Palmira e Constança, anjinhos protetores que nos trazem memórias bonitas que a A. vai recordar pelas histórias que contamos, pelas fotografias que temos, por tudo o que nos ensinaram como ser família.
Cada um com o seu jeito e em momentos diferentes entram no coração da A. e iluminam-a.
Gostamos muito que estejam presentes.
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| Gradmother, Willow Tree |
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| Grandfather, Willow Tree |
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Coisa de cabelos!
O cabelo da A. é bem escurinho e forte.
Demorou bastante tempo para crescer e agora para além do herdado remoinho do pai,
já ganhou também uns caracóis.
Hoje enquanto a penteavamos pela manhã pensámos "Temos uma franja para cortar!"
Chegará o dia em que, como "gente grande" irá ao cabeleireiro, para já a solução é caseira.
Demorou bastante tempo para crescer e agora para além do herdado remoinho do pai,
já ganhou também uns caracóis.
Hoje enquanto a penteavamos pela manhã pensámos "Temos uma franja para cortar!"
Chegará o dia em que, como "gente grande" irá ao cabeleireiro, para já a solução é caseira.
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Inspirados pela música do José Barata Moura,
estamos a criar um universo de casas-personagens.
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