Até agora ainda não tínhamos passado por este desafio.
Costumam ser habituais pequenas viagens de trabalho para fora não mais do que uma semana.
Este ano, uma viagem de 20 dias num trabalho irrecusável, coincidiu exactamente com os nossos únicos dias de férias na praia em família e mais... coincide com a data do primeiro dia de aulas da escola da A.
Fomos ultrapassando o choque inicial, especialmente a mãe que escreve aqui... que só via frases de desespero a aparecer na cabeça
"Aiiiii como é que vou fazer praia sozinha com as duas?"
"Aiiii isto vai ser muito complicado organizar tudo sozinha"
Aiiii e de manhã? como vou fazer para não nos atrasarmos..."
"Aiiii isto vai ser impossível!"
"Aiiii eu não vou conseguir..."
Para ajudar à festa o carro avariou uns dias antes das férias - rezem para que não vos aconteça o mesmo - em mês de Agosto estão apenas garantidos serviços mínimos como nas greves e oficinas com disponibilidade são quase zero. Damos graças por termos "amigos que são como irmãos" que nos emprestam carro para as férias. Problema 1 resolvido.
Depois gostamos de acreditar que tudo acontece por uma razão.
Reclamamos muito de não nos conseguirmos organizar. Estes dias "vou ter que contrariar isto ou então não sobrevivo". A regra nº1: "não deixei para amanhã o que podes fazer hoje" (mesmo que esteja de rastos e o que me apeteça seja esticar-me no sofá a olhar para o tecto).
Falamos pelo WhatsApp em horários completamente diferentes, cá é noite lá é dia. Vemos no globo onde o pai está e desenhamos uma linha que cabe na mão e que nos faz sentir muito mais perto. Fazemos contagem decrescente dos dias sempre a reduzir. Dormimos agarradas e juntas para que a saudade não entre no coração.
O problema da viagem do pai não se prende com a logística familiar.
O problema são os mimos. A ausência dos mimos.
A vontade de abrir o portão da garagem e saber que "o pai já chegou".
A vontade de estarmos quase a começar a jantar e ouviremos a porta a abrir-se.
A vontade de ouviremos a sua voz, dos aviões nos braços, da paciência para as histórias, do colo depois do banho.
A vontade de sentir o seu abraço.
Mostrar mensagens com a etiqueta família. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta família. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
Sim, ainda amamento!
(Fala apenas a mãe). Gosto muito de amamentar. Cada filha de sua forma.
A A. quando nasceu, depois de um parto agitado apenas quis dormir.
Demorou a pegar na mama, tive uma enfermeira fantástica na MAC que durante a noite me ajudou e consegui a proeza de lhe dar de mamar. Revia todas as dicas que tinha lido sobre uma boa pega do bebé mas ansiedade de não "saber fazer" estava lá.
Depois passou... e veio a subida do leite, já em casa e doeu que se fartou! (- Ninguém nos avisa disto!) Não conseguia usar a bomba de leite e a única forma de alívio eram os duches de água quente.
Depois passou... e, vieram as gretas e os mamilos doridos (gelo aliviava, na altura não sabia da maravilhosa lanolina). Muitas vezes chorava só da pensar que a aquela boquinha pequena ia voltar a tocar ali.
Depois passou...e já não me lembrava qual tinha sido a última mama... e a A. demorava imenso tempo, adormecia a meio e ficava ali encaixada no colo, e eu adormecia com ela.
Depois passou...e tudo se tornou pacífico e mágico, ela calma, satisfeita, a crescer bem. Só com o meu leite. Isto dá uma força interior enorme... além de ser super prático, nada de leite em pó e biberão para preparar.
Depois acabou.
No dia em que fez 1 ano. Mamou e chorou pela primeira vez. Com fome. O meu leite deixou de ser suficiente. Foi o sinal que me fez parar de amamentar. Com 12 meses a transição para o leite normal foi feita de forma fácil e parece-me a melhor altura.
Depois veio a saudade.
Saudade daquele momento único das duas, interligadas, para mim foi o 2º corte umbilical. Saudade dos sorrisos e dos olhares. De ter o colo cheio.
Com a O. foi completamente diferente.Nasceu e sozinha fez o caminho pela minha barriga até encontrar a mama. Completamente animal. Uma sensação de iluminação milagrosa - em que percebemos que fomos feitas para isto, que estamos em sintonia com a Natureza.
Chorava para mamar mais vezes e fazia ciclos muito pequenos, o que me deixava a pensar que era impossível estar satisfeita. 8 a 10 minutos no máximo e despachava-se! Desta vez já, com uma App onde registava os momentos de amamentação tudo era mais prático... Ser mãe pela segunda vez faz-nos fazer tudo de forma mais descontraída e fácil, sem tanto medo de errar, menos by the book - e isso é óptimo.
Aos 4 meses, começou a demonstrar que o leite já não era suficiente. É uma menina de alimento. (tudo comprovava o que dizia dela: que nunca seria uma Olívia Palito!) Nessa altura achei prematuro deixar de amamentar. Continuava a ser bom para ela e para mim. Começamos com as rotinas de dar de mamar e depois suplemento, comigo sempre a pensar - vai habituar-se ao biberão e pronto não vai querer a mama!, mas não. De tal forma que deixámos andar a coisa... até hoje.
Quando em perguntam "Então mas ainda amamentas?" Sinto um misto de crítica com espanto. Eu continuo a vê-la tão pequena, enquanto os outros já a vêem quase com 2 anos! Confirmo muitas vezes se realmente tenho leite... O peito reduziu drasticamente e também emagreci bastante à conta disto. Quando me perguntam "e quando vais parar?" não sei responder. Acho que não quero ser eu a decidir...Gostava que a escolha fosse dela, tal como escolheu o dia em que nasceu. Não sei se será...
Hoje de manhã tive a prova que estou certa. O pai trouxe o biberão antes de ela ter terminado de mamar (eu pensei: então!? agora ela vai largar-me...) e foi lindo de ver, ela com o biberão numa mão e a boca na mama, a terminar o que tinha começado. Com os olhos voltados para mim. Mimo só mimo entre as duas. Maravilhoso.
Sim, ainda amamento!
terça-feira, 4 de agosto de 2015
Primeiro ano
O-L-Í-V-I-A
Gostamos muito de a ver crescer, neste primeiro ano.
Feliz.
Com sorrisos permanentes.
É muito alegre.
Dá gargalhadas com tudo o que a mana A. faz.
Acorda bem disposta.
É simpática com todos.
É "água".
Gosta muito de tomar banho.
É comilona - quer experimentar tudo.
É fã de gressinos.
Mama de manhã e fica feliz com isso.
Ainda acorda (quase sempre) uma vez a meio da noite para beber leite.
É mimocas.
Gosta de toque, não estranha colos.
Gosta de adormecer agarradinha a nós.
A princípio fazia-nos festas no nariz e boca, agora dá pequenos beliscões no nosso braço (que ideia!!!!)
É faladora.
Diz Olá!, Pá (para pão e pai), Ma (para a mãe), Na (para a mana). E muitas outras coisas ainda incompreensíveis.
É curiosa.
Não pára um segundo, quer mexer em tudo, gavetas, tomadas, portas e por aí fora.
Folheia livros, toca xilofone, destrói torres de legos.
Imita-nos a lavar os dentes, os dois únicos dentes.
É bailarina.
Dança quando ouve o pai a mexer o chá.
Dança com praticamente qualquer som ritmado.
Levanta a mão do avô para dançar.
É aventureira.
Caí e levanta-se. Choraminga pouco.
Gatinha a toda a velocidade e já fica de pé por uns segundos sem apoio.
Desce do sofá.
(dizem que está prestes a dar o primeiro passo)
É um sol, docinho.
terça-feira, 12 de maio de 2015
Gostamos de boas iniciativas
Gostamos desta iniciativa da Pumpkin que propõe celebrar a felicidade em família e aquilo que de melhor se faz em Portugal lançando a iniciativa “Pumpkin Awards”.
A escolha dos melhores serviços em Portugal é livre e depende apenas do gosto de quem vota.
Parece-nos uma óptima oportunidade para reconhecer quem:
1. partilha as suas histórias familiares (que muitas vezes são de "todos") em particular os que o fazem por gosto e amor ao acto de escrever, que tanto nos inspiram.
2. é original no que faz, quem não copia os outros, quem busca o diferente e a qualidade.
3. procura educar pela arte, ciência, desporto ou outra forma qualquer.
4. oferece ideias de forma gratuita e genuina para alegrar os dias familiares.
5. inventa serviços e soluções que resolvem facilmente problemas de tdoos os dias.
Ainda vão a tempo de fazer as vossas nomeações, em muitas categorias diferentes desde blogs a peças de teatro, ciclos de cinema e restaurantes é só escolherem os vossos preferidos…
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
Gostamos da grande festa de família
Gostamos da grande festa da família.
Dos desejos.
Do calor do abraços.
Da mesa bonita.
Das luzes.
Do Menino que nasceu.
BOM NATAL A TODOS!
Dos desejos.
Do calor do abraços.
Da mesa bonita.
Das luzes.
Do Menino que nasceu.
BOM NATAL A TODOS!
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Gostávamos que tudo fosse um mar de rosas... mas não é.
Gostávamos que tudo fosse um mar de rosas... mas não é.
Em casa éramos três, mais a gata - sempre incluída quando se representava a família.
A A. sempre no centro de tudo. Durante 4 anos e meio, exactamente 1660 dias.
A chegada da mana O. trouxe um misto de emoções no coração e na cabeça da A.
Miminhos e palavras doces, mas também indiferença e vontade de estar sem ela.
Ser mana mais velha não é fácil.
Enquanto a barriga cresce é tudo fantástico, "a mãe vai ter um bebé"... fazem-se muitos desenhos da mãe com uma grande barriga e uma minúscula pessoa dentro dela. Imagina-se como ela será, terá cabelo? e será parecida com quem? E explicamos que não irá conseguir brincar, nem falar, nem andar... nem um cem número de coisas.
Criamos todo um imaginário em torno do bebé novo e da família. É tudo muito lindo até, a mana mais velha, que tinha tudo só para ela, ter que aprender a dividir: espaço, tempo e atenção.
De há duas semanas para cá o comportamento da A. em casa (sim, porque na escola continua exemplar) tem sido revelador. Ontem conseguimos falar sobre o que lhe vai no coração, depois de ter dito no meio de uma birra disparatada "- A MANA É MÁ!"
Humm, pois ora aí está o problema a vir ao de cima.
"Filha, nós gostamos tanto de ti não queremos nada estar tristes contigo... Já pensaste como tens andado tão chateada com tudo? Depois nós também ficamos chateados..."
Resposta: "E da mana não gostam?"
- Gostamos, claro. Gostamos das duas. Achas que por causa da mana íamos deixar de gostar de ti...
Silêncio.
- E tu gostas da mana?
"Eu não!"
- Mas vais ver que daqui a uns tempos vais gostar muito. Olha a mãe e o pai também têm irmãos e gostam muito deles. (Lá estivemos a lembrar todos os amigos e família com irmãos e como era bom estarem juntos).
No final lemos a história do Amor-Perfeito de Babette Cole.
Adormeceu calma. Acordou calma. Foi para a escola calma.
Gostamos muito quando a janela se abre depois da tempestade.
Gostamos quando o mar acalma e nos balança nas ondas ao sabor do vento.
Gostamos quando a paz regressa.
Em casa éramos três, mais a gata - sempre incluída quando se representava a família.
A A. sempre no centro de tudo. Durante 4 anos e meio, exactamente 1660 dias.
A chegada da mana O. trouxe um misto de emoções no coração e na cabeça da A.
Miminhos e palavras doces, mas também indiferença e vontade de estar sem ela.
Ser mana mais velha não é fácil.
Enquanto a barriga cresce é tudo fantástico, "a mãe vai ter um bebé"... fazem-se muitos desenhos da mãe com uma grande barriga e uma minúscula pessoa dentro dela. Imagina-se como ela será, terá cabelo? e será parecida com quem? E explicamos que não irá conseguir brincar, nem falar, nem andar... nem um cem número de coisas.
Criamos todo um imaginário em torno do bebé novo e da família. É tudo muito lindo até, a mana mais velha, que tinha tudo só para ela, ter que aprender a dividir: espaço, tempo e atenção.
De há duas semanas para cá o comportamento da A. em casa (sim, porque na escola continua exemplar) tem sido revelador. Ontem conseguimos falar sobre o que lhe vai no coração, depois de ter dito no meio de uma birra disparatada "- A MANA É MÁ!"
Humm, pois ora aí está o problema a vir ao de cima.
"Filha, nós gostamos tanto de ti não queremos nada estar tristes contigo... Já pensaste como tens andado tão chateada com tudo? Depois nós também ficamos chateados..."
Resposta: "E da mana não gostam?"
- Gostamos, claro. Gostamos das duas. Achas que por causa da mana íamos deixar de gostar de ti...
Silêncio.
- E tu gostas da mana?
"Eu não!"
- Mas vais ver que daqui a uns tempos vais gostar muito. Olha a mãe e o pai também têm irmãos e gostam muito deles. (Lá estivemos a lembrar todos os amigos e família com irmãos e como era bom estarem juntos).
No final lemos a história do Amor-Perfeito de Babette Cole.
Adormeceu calma. Acordou calma. Foi para a escola calma.
Gostamos muito quando a janela se abre depois da tempestade.
Gostamos quando o mar acalma e nos balança nas ondas ao sabor do vento.
Gostamos quando a paz regressa.
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Gostamos de nomes assim!
Olívia.
O nome surgiu num acordar matinal.
Foi sonhado e não pensado.
Só por isso, encheu-se de graça e aos poucos encheu-nos também o coração.
Há quem se lembre logo da Olívia Palito magricela ou da mais recente porquinha Olívia que adora vermelho. Ou ainda, da Olivia Newton-Jonh do Grease.
Outros lembram-se de tias ou primas antigas.
Uns gostam muito, outros não gostam nada.
Achamos que é um nome delicado, redondo e doce.
Combina bem com Alice.
Quando dito pela A. fica ainda mais bonito.
O nome surgiu num acordar matinal.
Foi sonhado e não pensado.
Só por isso, encheu-se de graça e aos poucos encheu-nos também o coração.
Há quem se lembre logo da Olívia Palito magricela ou da mais recente porquinha Olívia que adora vermelho. Ou ainda, da Olivia Newton-Jonh do Grease.
Outros lembram-se de tias ou primas antigas.
Uns gostam muito, outros não gostam nada.
Achamos que é um nome delicado, redondo e doce.
Combina bem com Alice.
Quando dito pela A. fica ainda mais bonito.
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Gostamos de todas as cores do mundo!
![]() |
| decohappy.com |
"Na sala de espera do Centro de Saúde dois bebés com cerca de ano e meio brincavam, ainda com passos incertos.
Uma menina e um menino.
Ela decidida e meiguinha queria dar-lhe abraços e brincar com ele.
Ele, por sua vez, fugia dela enquanto empurrava a cadeira amarela para bem longe.
Os sorrisos apareciam no rosto de quem assistia à persistência dela e à fuga dele.
Até que se ouve o seguinte comentário:
- Oh coitadinho! Deve estar assustado porque a menina é preta! Os miúdos percebem logo..."
Primeiro pensamento: "- Não devo ter ouvido bem.."
e depois, "-Vou já responder a isto com: quem me assusta é a senhora que abre a boca para dizer tamanho disparate, e os miúdos percebem logo o quê? o que é que há para perceber? Grrrr!".
Uma barriga de 28 semanas faz-nos contar até 100 e respirar várias vezes para nem sequer olhar para trás.
O que um bebé de 18 meses percebe é que estava ali outro bebé que o queria agarrar e provavelmente ficar com cadeira amarela que ele com tanta vontade empurrava.
Acabaram a brincar juntos e nada assustados!
Há vários estudos sobre este tema, um deles divulgado pela Universidade de Washington que concluiu que a atracção por similares é um instinto natural.
Em testes com bebés de 15 meses constataram que estes são capazes de diferenciar etnias e tendem a unir-se com semelhantes. O estudo também mostrou que, independente da cor, os bebés são mais propensos a escolher companheiros justos mas, como é natural, os bebés usam distinções básicas e imediatas, incluindo a etnia e o género para começar a separar o mundo em grupos, nos quais eles são ou não integrantes.
Gostamos muito de todas as cores do mundo!
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Gostamos de amêndoas torradas, ovinhos e coelhos… e, especialmente, de celebrar a vida!
Gostamos de amêndoas torradas, ovinhos e coelhos… e especialmente de celebrar a vida! Como explicar à pequena A. a história da Páscoa, de um Jesus que morreu e ressuscitou?
Na natal a história é mais simples e mais amigável.
A A. conhece o "Jesus pequenino" e o "Jesus dos dói-dóis", sobre este último costuma fazer muitas perguntas especialmente porquê? e quem eram os "maus"? e onde ele está agora. Respondemos da forma possível.
Morrer e ressuscitar parece um fenómeno mágico que traz perguntas como:
"e então, a avó velhinha também vai voltar?"
Explicamos que só morremos verdadeiramente quando ninguém no mundo se lembrar de nós.
Ela pensa na ideia mas sai-lhe sempre um "eu não quero morrer".
Também já nos perguntou se "no céu há livros?" e quando falamos de alguém que já morreu dizemos que é uma estrelinha e essa ideia por enquanto ainda apazigua.
Dizemos que está longe e não a podemos ver, que estamos tristes porque temos saudades.
A forma mais fácil de explicar é olhar para a Natureza, perceber o seu ciclo natural da vida.
Não vemos a morte como um tema tabu, aliás tentamos não ver nada dessa forma. Se existe é para se falar. Não se deve esconder nem fugir quando as perguntas surgem, também não se deve falar antes que a curiosidade apareça. É importante responder apenas ao que nos é perguntado, não precisamos de dar grandes explicações apenas as necessárias de modo a respondermos à curiosidade manifestada.
Falar sobre a morte permite-nos perceber quais as dúvidas, preocupações, receios, ideias erradas que a A. pode ter. Não falar do que nos assusta ou preocupa, não é a melhor solução.
A história da Páscoa cristã trás estas inevitáveis perguntas com ela e especialmente a alegria de celebrar a alegria da vida, da primavera onde tudo renasce e de comer um montão de doces.
Boa Páscoa para todos!
quinta-feira, 10 de abril de 2014
gostamos das conversas em torno do "nome"
A nossa A. é uma Alice.
A escolha do nome teve razões literárias e familiares. O pai queria um nome começado por A - tradição familiar de nomes da família paterna que começam todos por A. (Alexandre, Aurélio, Alegria…)
Agora com a incubação de mais uma menina a escolha do nome parece-nos mais difícil.
O pai diz que agora devia começar por L. como a mãe.
Às 24 semanas ainda não temos nome decidido.
De qualquer forma temos gostamos das conversas que vamos tendo em torno desta questão.
Ontem dizia a A. na sala:
- Mãe, a mana pode chamar-se Mia?
("Mia" é o nome da nossa gata! imaginem...)
Pode ser Princesa Aurora? ou então, Luísa, Leonor ou Sofia? gostas? (gosto)
(e Amélia?)
Amélia… não! que é pobrezinha.
A culpa é desta música:
Lá estava a Amélia no corredor
Tão pequenina a tocar tambor.
Lá estava a Amélia na chaminé
Tão pequenina a tomar café.
Anda comigo Amélia vem,
- eu estou sozinha não tenho ninguém!
Lá estava a Amélia no buraquinho
Tão pequenina a fazer caldinho.
Lá estava a Amélia no arvoredo
Tão pequenina cheia de medo.
Lá estava a Amélia no campo só
Tão pequenina metia dó.
Lá estava a Amélia à beira do rio
Tão pequenina cheia de frio.
(para a A. ser pobrezinho quer dizer não ter família.
Em tempos até choramingaza com a música e perguntava muitas coisas sobre a pequena Amélia.)
Se ela conhecesse a Amélie Poulain de certeza que iria ter uma opinião diferente.
A escolha do nome teve razões literárias e familiares. O pai queria um nome começado por A - tradição familiar de nomes da família paterna que começam todos por A. (Alexandre, Aurélio, Alegria…)
Agora com a incubação de mais uma menina a escolha do nome parece-nos mais difícil.
O pai diz que agora devia começar por L. como a mãe.
Às 24 semanas ainda não temos nome decidido.
De qualquer forma temos gostamos das conversas que vamos tendo em torno desta questão.
Ontem dizia a A. na sala:
- Mãe, a mana pode chamar-se Mia?
("Mia" é o nome da nossa gata! imaginem...)
Pode ser Princesa Aurora? ou então, Luísa, Leonor ou Sofia? gostas? (gosto)
(e Amélia?)
Amélia… não! que é pobrezinha.
A culpa é desta música:
Lá estava a Amélia no corredor
Tão pequenina a tocar tambor.
Lá estava a Amélia na chaminé
Tão pequenina a tomar café.
Anda comigo Amélia vem,
- eu estou sozinha não tenho ninguém!
Lá estava a Amélia no buraquinho
Tão pequenina a fazer caldinho.
Lá estava a Amélia no arvoredo
Tão pequenina cheia de medo.
Lá estava a Amélia no campo só
Tão pequenina metia dó.
Lá estava a Amélia à beira do rio
Tão pequenina cheia de frio.
(para a A. ser pobrezinho quer dizer não ter família.
Em tempos até choramingaza com a música e perguntava muitas coisas sobre a pequena Amélia.)
Se ela conhecesse a Amélie Poulain de certeza que iria ter uma opinião diferente.
segunda-feira, 24 de março de 2014
e, pronto... mais uma lady is coming!
"- É mesmo uma mana? A sério?" pergunta a A. depois de lhe darmos a notícia confirmada que o bébé é mesmo uma menina. Uma confirmação que para a A. era praticamente uma certeza pois sempre que alguém perguntava dizia logo que era uma mana e avançava logo com nomes à mistura.
Para nós, pai e mãe sempre foi indiferente a questão do sexo, que seja saudável é mesmo o mais importante. A mãe achava que talvez fosse rapaz porque a gravidez tem sido uma calmaria (bem diferente da primeira).
Dizíamos: - Se for menina partilham quarto, se não for... partilham na mesma!
Temos sempre medo das comparações do segundo filho com o primeiro e sendo do mesmo sexo as aproximações são ainda maiores. Serão duas princesas no reino do amor. Duas meninas do papá. Uma Inverno, outra Verão.
Nome ainda não tem.
Ainda estamos em negociações familiares!
terça-feira, 11 de março de 2014
GRANDES NOTÍCIAS merecem ser partilhadas!
Chegámos à semana 20.
Por enquanto ainda aguardamos a próxima ecografia para confirmar o género.
Está previsto nascer em Julho, um caranguejo ou um leão, ambos signos do pai e da mãe.
A mana mais velha insiste que é uma irmã, já tem vários nomes pensados e quer saber tudo. Faz perguntas engraçadas sobre o que o bebé faz na barriga, como come, como dorme, se chora e ri.
Com os primeiros movimentos estamos cada vez mais juntos e próximos. Sentimos o crescimento, desta vez, mais rápido da barriga da mãe e sem qualquer tipo de enjoo ou problema (bem diferente da gravidez da A.)
As grandes notícias merecem ser partilhadas.
Esta tem sido uma das razões da redução de novidades e posts por aqui, a outra deve-se a alterações no trabalho que nos deixou menos tempo dedicados a este espaço que gostamos de partilhar.
Continuem a acompanhar-nos porque gostamos muito de todos.
![]() |
| Fotografia tirada pelo pai, no primeiro dia de Sol, na Foz do Lizandro. 8 Março 2014 |
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Gostamos de anos novos!
Gostamos de anos novos, com números cheios de energia feliz e renovada.
Gostamos dos desafios que nascem com as mudanças.
Gostamos dos desejos que pedimos e que conseguimos realizar.
Gostamos que todos os anos sejam de festa, mesmo com os cansaços
e as arrumações necessárias depois dos picos de alegria.
Gostamos de acreditar que tudo será melhor para todos.
De ter esperança nas coisas boas que acontecem e sem medos ultrapassar os obstáculos.
Gostamos deste tempo em que reflectimos sobre o que queremos ser.
Melhores, mais bonitos, mais amigos, mais saudáveis, mais família, mais tempo...
Gostamos dos amigos que temos.
Das partilhas que fazemos.
Do que a vida nos dá, sem pedirmos.
Gostamos da forma como este ano começou!
ANO FELIZ PARA TODOS!
domingo, 1 de dezembro de 2013
Gostamos da abertura dos festejos natalícios
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Gostamos muito das histórias dos dias
Gostamos de saber as histórias dos dias.
Hoje devia ser feriado, pelo menos entre os católicos é o dia escolhido para se homenagear a vida dos santos e a vida das pessoas queridas que já não temos por perto. Por aqui, gostamos de pensar que não há dias certos para se fazerem as coisas, mas neste dia é certo que a memória não nos deixa esquecer.
A nossa campainha ainda toca com grupos de meninos, uns com máscaras dizendo "doce ou travessura!", outros dizendo "Pão por Deus".
Acabamos sempre por achar interessante esta mistura de tradições e tentamos explicar à A. porque tudo isto acontece.
A mãe cá de casa cresceu na Beira Baixa e neste dia, na casa da avó, faziam-se bolos de azeite e sabiamos que meninos iriam passar por nossa casa a pedir "bolinhos". Era também habitual os padrinhos darem o "santoro" aos afilhados, podia ser uma bica de azeite, dinheiro ou uma prenda.
À semelhança de outros dias do calendário católico este dia já era celebrado no calendário celta e é celebrado há mais de mil anos por todo o mundo, os cemitérios enchem-se de vida.
Hoje sentimos menos gente a trabalhar, mesmo não sendo feriado as celebrações mantêm-se mesmo que engolidas pelo comércio e as festas de Halloween.
No meio de disfarces de bruxas e monstros, de travessuras e doces é bom lembrar as tradições que são nossas.
Hoje devia ser feriado, pelo menos entre os católicos é o dia escolhido para se homenagear a vida dos santos e a vida das pessoas queridas que já não temos por perto. Por aqui, gostamos de pensar que não há dias certos para se fazerem as coisas, mas neste dia é certo que a memória não nos deixa esquecer.
A nossa campainha ainda toca com grupos de meninos, uns com máscaras dizendo "doce ou travessura!", outros dizendo "Pão por Deus".
Acabamos sempre por achar interessante esta mistura de tradições e tentamos explicar à A. porque tudo isto acontece.
A mãe cá de casa cresceu na Beira Baixa e neste dia, na casa da avó, faziam-se bolos de azeite e sabiamos que meninos iriam passar por nossa casa a pedir "bolinhos". Era também habitual os padrinhos darem o "santoro" aos afilhados, podia ser uma bica de azeite, dinheiro ou uma prenda.
À semelhança de outros dias do calendário católico este dia já era celebrado no calendário celta e é celebrado há mais de mil anos por todo o mundo, os cemitérios enchem-se de vida.
Hoje sentimos menos gente a trabalhar, mesmo não sendo feriado as celebrações mantêm-se mesmo que engolidas pelo comércio e as festas de Halloween.
No meio de disfarces de bruxas e monstros, de travessuras e doces é bom lembrar as tradições que são nossas.
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Gostamos de manhãs descomplicadas… (mas não são muitas as que temos!)
Gostamos de manhãs descomplicadas, daquelas em que acordamos sem despertador, simplesmente porque já dormimos tudo o que queriamos.
A A. gosta de dormir. Desde muito cedo que fez noites seguidas de sono.
Não gosta de acordar cedo e tem mau feitio matinal, o que torna difícil conseguirmos ter manhãs amorosas e calmas.
Reclamamos, ao contrário de outros pais, que a A. não acorda cedo e por isso não conseguimos combinar quase nada nas manhãs do fim de semana.
Já nos basta as correrias durante os dias semanais e as tentativas de cumprir horários.
Não acorda cedo, nem come rápido, nem veste qualquer coisa, nem passa sem ler uma história ou fazer um teatro… Enfim doses de paciência são sempre necessárias.
Parecemos o Coelho da Alice " Estou muito atrasado! Estou muito atrasado!"
Por isso, gostamos de imaginar manhãs tranquilas sem lutas, nem finca-pé, nem chorinhos de birras para atrasar a saída de casa.
Gostamos de ter truques que nos ajudam nesta tarefa.
LISTA DE TRUQUES PARA MANHÃS (DES)COMPLICADAS:
- Abrir janelas e luzes 30 minutos antes do despertar.
- Acordar a cantar músicas (podem ser inventadas).
- Falar sobre o tempo. "Olha hoje está sol!!!" Olha hoje está a chover"… "Vamos ver á janela se vemos os coelhos."
- Dizer que podemos ir assustar o pai à cozinha.
- Escolher uma das canecas favoritas para beber leite (Parece um pormenor sem importância mas à conta de estarem todas para lavar, já tivemos uma birra de meia hora!)
- Explicar que, quando o ponteiro do relógio chega a terminado sítio, temos que ter terminado o pequeno-almoço.
- Escolher a roupa certa e os sapatos certos. (isto merecia outro post sobre a roupa que não veste, nem por nada!)
- Fazer uma corrida para lavar os dentes.
- Saber a medida certa do cinto do carro para nem estar muito largo nem muito apertado.
Gostamos de saber que a manhã se descomplica por completo quando chega à escolinha. Mesmo em dias de birras, limpa as lágrimas e entra bem disposta como se nada tivesse acontecido… é recebida com abraços e mimos dos amigos! Gostamos muito que seja assim!
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Gostamos de música (a propósito do Dia Mundial da Música)
Gostamos de música.
Ouvimos de tudo um pouco.
A A. nos primeiros tempos adormecia sozinha no berço ao som da voz doce da Márcia.
Dos CDs de música infantil que temos, destacamos a colectânea do José Barata Moura, os livros Cantar Juntos da associação A-PAR, o cds de Natal da Leopoldina com os clássicos infantis, a história do Pedro e do Lobo contada pela Catarina Furtado e tocada pela Orquestra Gulbenkian e as músicas personalizadas do projecto As tuas músicas.
Encomendámos esta semana o recém publicado livro-cd Histórias da Música de Portugal e também os poemas e músicas do Canta o Galo Gordo de Inês Pupo e Gonçalo Pratas.
Gostamos da viola do avó Zé e das suas cantorias nas festas e do piano do primo Pedro.
Gostamos dos ouvidos atentos nos concertos, das imitações dos instrumentos, dos ritmos que fazem dançar as pernas.
Gostamos de bandas filarmónicas e festas populares com bailaricos a pares e ranchos que rodopiam com mãos no ar.
Gostamos das rodas de dança dos casamentos onde a A. se liberta e solta a bailarina que tem dentro dela pela noite fora!
Gostamos da música que soa a ópera e nos faz imaginar histórias com personagens, umas tristes, outras que correm apressadas, outras que dão saltos de alegria ou simplesmente se espreguiçam ao acordar. (A experiência do Festival ao Largo despertou-nos o ouvido!)
Para festejar o Dia da Música, no próximo domingo, vamos ver o concerto Sacred Concert da Camerata Vocal de Torres Novas dirigido pelo pai de um amigo da escola da A. Vai ser na Malaposta às 17h30. Estamos curiosos!
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
"Olha Mãe, estás a ouvir?"
"Olha Mãe, estás a ouvir?"
É assim que a nossa A. nos trata. Por "tu" e nós gostamos disto!
Sentimo-nos confortáveis com a ideia que esta simples palavra nos torna mais próximos, amigos e iguais - nem melhores, nem piores.
Gostamos de respeito e ao mesmo tempo de confiança.
Temos muitos amigos que perpetuam esta tradição familiar, onde a distância seria o último adjectivo que lhes podia atribuir. Mas não há volta a dar, soa-me sempre estranho, ainda mais entre crianças, irmãos, primos da mesma idade… na hora de amar sei que é um pormenor com pouca importância, mas muitas vezes tem um tom de snobismo insuportável para o qual não há paciência! (Desculpem não quero com isto ferir niguém em particular!)
Ainda me lembro, na aldeia dos meus pais, ouvir muitas vezes a expressão "Senhora minha mãe..." ficava sempre com a ideia que mãe e filho não se conheciam. Agora até me parece uma expressão doce, que tinha que ser dita com tempo e alguma calma, de qualquer forma, demasiado distante entre dois seres que partilharam o mesmo corpo. Não se ouvia repetidamente aos gritos ninguém dizer "Sra minha mãeeee! Sra minha mãeee!", a palavra não ficava gasta. Outro hábito interessante é dizermos o nome completo dos filhos ou pelo menos o primeiro e o último sempre que estamos chateados, como se isso os chamasse à razão ou, dessa forma, a sua consciência ampliasse.
Tratem-se por "tu" ou "você" é indiferente mas, cuidem-se, acarinhem-se, digam tudo o que vos vai no coração, partilhem, zanguem-se e desculpem-se. Isto é ser família!
"E sim filha … estou a ouvir-te!"
É assim que a nossa A. nos trata. Por "tu" e nós gostamos disto!
Sentimo-nos confortáveis com a ideia que esta simples palavra nos torna mais próximos, amigos e iguais - nem melhores, nem piores.
Gostamos de respeito e ao mesmo tempo de confiança.
Temos muitos amigos que perpetuam esta tradição familiar, onde a distância seria o último adjectivo que lhes podia atribuir. Mas não há volta a dar, soa-me sempre estranho, ainda mais entre crianças, irmãos, primos da mesma idade… na hora de amar sei que é um pormenor com pouca importância, mas muitas vezes tem um tom de snobismo insuportável para o qual não há paciência! (Desculpem não quero com isto ferir niguém em particular!)
Ainda me lembro, na aldeia dos meus pais, ouvir muitas vezes a expressão "Senhora minha mãe..." ficava sempre com a ideia que mãe e filho não se conheciam. Agora até me parece uma expressão doce, que tinha que ser dita com tempo e alguma calma, de qualquer forma, demasiado distante entre dois seres que partilharam o mesmo corpo. Não se ouvia repetidamente aos gritos ninguém dizer "Sra minha mãeeee! Sra minha mãeee!", a palavra não ficava gasta. Outro hábito interessante é dizermos o nome completo dos filhos ou pelo menos o primeiro e o último sempre que estamos chateados, como se isso os chamasse à razão ou, dessa forma, a sua consciência ampliasse.
Tratem-se por "tu" ou "você" é indiferente mas, cuidem-se, acarinhem-se, digam tudo o que vos vai no coração, partilhem, zanguem-se e desculpem-se. Isto é ser família!
"E sim filha … estou a ouvir-te!"
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Gostamos do comboio da Beira Baixa
Com o pai sem poder fazer ponte no trabalho, decidimos aproveitar o feriado do 15 de Agosto e visitar os avós, numa viagem de comboio que recomendamos a todos.
A linha da Beira Baixa acompanha o rio Tejo e faz-nos descobrir uma paisagem fantástica, com muitas histórias que deslumbram velhos e novos. O castelo de Almourol situado numa ilhota no meio do rio é um dos pontos altos da viagem.
Claro que para a A. tudo era novo e entusiasmante. O nome das estações, as casas de banho barulhentas, a passagem entre carruagens, as mesas que abriam e fechavam, as janelas, os tunéis que deixavam tudo escuro, o encontro entre comboios. Não parou de falar um segundo e nem pensou em adormecer em toda a viagem que ainda é longa!
Em casa dos avós, encontramos brinquedos antigos e brincámos à vontade com àgua e esfregonas a fingir ser a Gata Borralheira.
Foram três dias de mini-férias fantásticos!
A linha da Beira Baixa acompanha o rio Tejo e faz-nos descobrir uma paisagem fantástica, com muitas histórias que deslumbram velhos e novos. O castelo de Almourol situado numa ilhota no meio do rio é um dos pontos altos da viagem.
Claro que para a A. tudo era novo e entusiasmante. O nome das estações, as casas de banho barulhentas, a passagem entre carruagens, as mesas que abriam e fechavam, as janelas, os tunéis que deixavam tudo escuro, o encontro entre comboios. Não parou de falar um segundo e nem pensou em adormecer em toda a viagem que ainda é longa!
Em casa dos avós, encontramos brinquedos antigos e brincámos à vontade com àgua e esfregonas a fingir ser a Gata Borralheira.
Foram três dias de mini-férias fantásticos!
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Gostamos de árvores de família II
Relembrámos que gostamos muito de árvores de família e que o avó Zé é o especialista cá de casa.
Esta levou o seu tempo a marinar.
Escolher uma boa foto de perfil de cada um é muito importante, sem fundos complicados para ajudar a fazer uma boa silhueta. Esta só os avós, os pais e nomes dos tios e a nossa A. personagem principal da geração mais nova!
O tamanho é adaptável às necessidades de cada família.
Aqui, não somos muitos… será bem giro, ver-nos crescer com mais casamentos e crianças a nascer!
Haverá com certeza famílias mais complexas e, por isso, decidimos não definir nenhum tamanho de impressão, dizemos apenas que tudo é possível de incluir.
Esperamos que gostem tanto como nós!
Esta levou o seu tempo a marinar.
Escolher uma boa foto de perfil de cada um é muito importante, sem fundos complicados para ajudar a fazer uma boa silhueta. Esta só os avós, os pais e nomes dos tios e a nossa A. personagem principal da geração mais nova!
O tamanho é adaptável às necessidades de cada família.
Aqui, não somos muitos… será bem giro, ver-nos crescer com mais casamentos e crianças a nascer!
Haverá com certeza famílias mais complexas e, por isso, decidimos não definir nenhum tamanho de impressão, dizemos apenas que tudo é possível de incluir.
Esperamos que gostem tanto como nós!
![]() |
| ÁRVORE DE FAMÍLIA (A) com 7 silhuetas desde 30E (B) só texto 10 nomes desde 20E IMPRESSÃO EM PAPEL RECICLADO 300GR SEM MOLDURA TAMANHO ADAPTÁVEL |
Subscrever:
Mensagens (Atom)













